Como ela faz?
28/08/08Juliana Vilas, do Urblog, e Tiago Doria se encontraram ontem. Boa chance para ele mostrar como ela trabalha.
Bastidores do Urblog - Tiago Dória Weblog from Tiago Doria on Vimeo.
Juliana Vilas, do Urblog, e Tiago Doria se encontraram ontem. Boa chance para ele mostrar como ela trabalha.
Bastidores do Urblog - Tiago Dória Weblog from Tiago Doria on Vimeo.
O Ano foi tenso, mas emocionante, até aqui. E ainda tem mais, muito mais.
Em julho do ano passado, querendo mudar os rumos da minha vida, me reciclar, resolvi me candidatar a uma bolsa Chevening. É uma bolsa prestigiosa, oferecida pelo governo Britânico, muito difícil de conseguir e eu confesso que entrei meio de franco atirador. A idéia era, na pior das hipóteses, conhecer o processo de seleção, medir minha performance e, quem sabe, tentar de verdade no futuro.
No processo de seleção, você escolhe um curso e submete esse pedido à comissão. Sua escolha de curso é, também, parte do que será levado em conta na decisão deles. Decidi por um mestrado em Media Management na University of Westminster.
Curso bom e pesado, bolsa difícil de conseguir, momento complicado da minha vida pessoal, vendendo apartamento e escolhendo um novo lugar pra morar. Tudo conspirava contra.
Mas aconteceu o inesperado. Ganhei a bolsa.
O Daily Telegraph diz que Cher seria a mulher gato de um terceiro filme do Batman por Christopher Nolan chamado The Caped Crusader (no brasil, o termo virou Cruzado Embuçado desde a série dos anos 60).
É muita bobagem junta, sem confirmação, em um texto só. Vamos esperar fontes sérias se pronunciarem, por favor.
Íntegra da entrevista com Bernardinho. Na derrota, dignidade.
No número um da Época SP, nós fizemos uma reportagem sobre os nomes ascendentes da cena do stand-up comedy. O gênero é uma usina de talentos por conta da enorme dificuldade que um humorista encontra pra levantar o público. Afinal, ali estão ele e a platéia sedenta por sacadas e tiradas engraçadas. Se falhar, tem pela frente minutos que parecem não acabar com um público desfavorável e exigente.
Dos nossos escolhidos para a reportagem, dois eram do CQC, que estreou antes do lançamento da revista, mas que ainda não estava no ar quando começamos a fazer a reportagem: Rafinha Bastos e Danilo Gentilli.
Este último arrasou no início com seu repórter inexperiente e depois inventou uma outra série sensacional, o teste de honestidade. Logo a seguir, uma sequência de quatro vídeos com os testes de Danilo. Ele demole nossas falácias básicas sobre quem é honesto, quem passa a perna em quem e como as pessoas reagem ao ser pegas cometendo algum ato ilícito. É engraçado, constrangedor e, ao mesmo tempo, um raio-x de como podemos ser babacas ao quadrado ao não nos olhar no espelho.
A parte 1 foi feita em São Paulo:
Depois, vem o Rio de Janeiro:
Rio de Janeiro, teste do taxi:
Brasilia, medo total. Até policial passa a perna.
Você é honesto? Jura?
O time de vôlei masculino do Brasil perdeu a final pros Estados Unidos. Eles foram melhores e pronto. Nos superaram ponto a ponto. E não foi a primeira vez. Tinham vencido a gente aqui, no Rio de Janeiro. Agora, nos derrotaram em Pequim.
No meio disso tudo, surgiu um jogador que se anuncia marcante: Bruno, o filho de Bernardinho. Uma coisa é vê-lo entrando num outro jogo, disputado que seja. Mas o fato é que, jogado na fogueira de uma final olímpica, ele teve muita personalidade. Arriscou, jogou, sacou, distribuiu. Gene pool total.
O G1 publica em seu Planeta Bizarro, a seguinte notícia? Menino diz ter fotografado ‘fantasma’ durante festa de casamento
Muito bem. Quando uma história dessas surge, principalmente num grande veículo, há que se entrevistar quem poderia jogar alguma luz sobre o caso. Um fotógrafo poderia explicar que esse tipo de efeito é possível em fotos tiradas em ambientes com baixa luminosidade, com a câmera fazendo uma exposição mais longa. Assim, uma criança que estivesse correndo no salão poderia, perfeitamente aparecer dessa forma distorcida. Um especialista em photoshop poderia analisar a imagem e dizer se é truque ou não. Qualquer coisa, menos colocar no ar histórias que celebram a ignorância.
André Fontenelle, da revista Época, fala no blog Jin Pai sobre nossos fracassos e decepções na Olimpíada. Ele diz que não nos falta preparo psicológico. Falta preparo, ponto. Muito bem fundamentado.
Quando Michael Mann filmou Fogo contra Fogo (Heat), Al Pacino e Robert De Niro não cabiam no mesmo enquadramento. Sério. Veja o filme de novo. Eles nunca estão inteiros, face a face, no mesmo quadro. É claro aqui, close ali, plano médio com um pedaço de um ator, plano médio do outro e assim vai.
Em setembro, 13 anos depois, os dois fazem um outro filme juntos: As Duas Faces da Lei. Agora estão menores. Suas obras, seus passados, estão imortalizados. Mas o tamanho dos dois, como chamarizes de bilheteria, diminuiu. Agora, eles podem até contracenar. Pode ser que isso seja bom para o cinema. Espero que não seja mais um dos caça-níqueis nos quais ambos (principalmente De Niro) andaram se metendo. Torço.
Clovis Rossi pergunta: o que matou Ronaldinho?
Curioso isso. Ele nunca foi encrenqueiro. Sempre foi visto como um atleta sério. De repente, travou. É verdade, também, que nunca foi campeão nato. Sempre me pareceu atleta que se apequena nos momentos difíceis. Apequenou-se de novo.